Inicial

Sob o céu sobre o mar. Sobre um jeito muito próprio de cantar. Silencia. E daí parte-se; em meio ou inteiramente fora do lugar. Silencia. Entre dois continentes e o contingente de culturas aglomeradas. Das poucas ou muitas casas aos aeroportos, trens e caminhadas. Silencia. Um dedo de moça. Um tempero, no prato requintado da mais fina flor do sal e do melado. Silencia. Enquanto paisagens passam, enquanto as estações morrem e nascem.

Por Gero Camilo, 2014.

 

‘Ceumar é emoção pura. Acompanha o pulsar do coração e vai pra onde ele aponta. Ela é uma daquelas artistas que segue a intuição e não se importa se o caminho será de pétalas ou espinhos. Quando a ouvimos cantar temos certeza de que ela é a natureza encarnada. Soa, em seu canto, o nascer do sol, o brilhar da lua, o voar do beija-flor… E ela sorri, entra em seu barco e nos leva rio adentro’. Leia mais..

Por Badi Assad, 2014
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